O arquiteto vai definir na fase do projeto o tipo de bloco ou tijolo que será utilizado na sua obra. Disto vai depender o conforto térmico e acústico da residência; a localização dos sistemas hidráulicos e elétricos, ou seja, de que forma os tubos e eletrodutos ficarão embutidos sob as paredes; bem como o tipo de revestimento que poderá ser aplicado.
O mercado dispõe de uma variedade de tijolos e blocos com tamanhos, matérias-primas e custos bastante variados. Mas lembre-se: construir uma alvenaria econômica não significa usar o bloco ou o tijolo mais barato. Muitas vezes usar materiais de preço reduzido acaba saindo mais caro, em razão do elevado desperdício e da perda de produtividade da mão-de-obra. Antes de mais nada, avalie o preço, o rendimento e a qualidade de cada um deles.
Se todos os materiais estiverem padronizados de acordo com as normas técnicas, pode ser feita uma comparação, em que se leva em conta a relação preço por metro quadrado de parede construída e revestida em ambas as faces.
Considerando estes aspectos, as paredes de tijolos prensados comuns costumam ficar mais caras que as de bloco de vedação com 6 ou 8 furos, principalmente em razão do maior consumo de argamassa de assentamento e mão-de-obra. Entretanto, como os tijolos são maciços, as paredes ficam mais resistentes, como maior capacidade potencial de isolamento térmico e acústico. Discuta com o arquiteto qual das opções é mais recomendável para o projeto de sua casa.
Fonte de referência: Site arquitetura&construção