Impermeabilização

Manchas no piso, bolhas e descascamento das paredes são indicadores da existência de umidade na residência e da falta de impermeabilização eficiente durante a construção.

É preciso impermeabilizar as fundações da casa, mesmo que o terreno não apresente características de solo muito úmido. Fazer a impermeabilização durante a construção é mais fácil e econômico do que reparar os danos causados pela infiltração, embora seja possível fazer a aplicação de produtos impermeabilizantes também com a obra pronta.

Existem dois sistemas impermeabilizantes, classificados de acordo com a flexibilidade do produto: rígido e flexível. O sistema mais comum é o flexível, que utiliza revestimentos elásticos como as mantas e soluções asfálticas ou de PVC. São perfeitos para superfícies que se movimentam com a dilatação ou retração da estrutura.

O sistema rígido feito por cristalização, concreto ou argamassa deve ser aplicado em superfícies estáticas, que não sofrem dilatações ou alterações. Para prolongar a vida útil da obra é preciso estar atento na hora de fazer a impermeabilização.

Veja alguns cuidados a serem observados:

  • Fundações: pedem atenção redobrada. Os baldrames devem ser construídos com argamassa aditivada com impermeabilizantes e depois revestidos com mantas asfálticas.
  • Lajes: a impermeabilização deve ser feita com o sistema flexível, pois esse tipo de tratamento acompanha o movimento da superfície.
  • Banheiros: quando localizados no pavimento superior, muita atenção! O tratamento deve começar ainda no contrapiso, feito com argamassa aditivada e com aplicação de produtos asfálticos antes da colocação do revestimento.
  • Paredes: a impermeabilização das paredes deve subir até uma altura de pelo menos 20 centímetros.

Fonte de referência: Site oesp